Seja bem-vindo ao Cristão Capixaba!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Foi-se a glória...
O povo de Israel (ao abandonar a Teocracia Divina) estava dividido e com diferentes vozes de comando para suas ações de tribos desarticuladas. Icabô nasce num momento vergonhoso para sua família e desastroso para seu país. O problema não foi Icabô e seu nascimento. O problema era Icabô como memorial da vergonha, da blasfémia e do escárnio generalizado contra o povo do Senhor.
Se Icabô foi estigmatizado injustamente ou se carregou o peso de derrotas familiares e nacionais pelo resto da vida, não sabemos – o fato é que Icabô tornou-se “uma lembrança ultrajante”.
A história de Icabô numa linguagem figurada infelizmente continua. Deparamo-nos frente a uma lamuriante realidade onde escândalos no meio evangélico (de suas lideranças principalmente), maculam ainda mais a imagem cristã já desgastada e desacreditada pelos “bodes transvestidos de ovelhas”.
São metralhadoras em carros de supostos pastores da Igreja Mundial (Blitz da PM do RJ); acusações (ainda sem provas) de lavagem de dinheiro pela cúpula da Universal; ecumenismo herético entre a direção da CONAMAD e o Moonismo (esse com vídeo no You Tube) e pra piorar a rotura evangelical brasileira, uma das denominações que eu mais admirava – a ICM, agora com graves acusações de crimes praticados por sua direção administrativa – com a bombástica notícia de “desvios dos dízimos da igreja Maranata”.
Sinceramente esse não é o momento para sarcasmos e alfinetadas provocativas. Do tipo: Bem feito maranatas jactanciosos! Maranatas que se achavam melhores que os outros “irmãozinhos”, que criticavam abertamente as outras igrejas por pregarem publicamente sobre dízimos e ofertas; que argumentarem a favor de seus pastores dedicados e não assalariados; que desdenhavam da organização (desorganização) de outras igrejas; por idolatrarem a “obra” i.e a denominação de vocês, como algo quase divino. A casa caiu, e no baixar da poeira é que a coisa fica ainda mais feia!
Pra mim esse é um momento de vergonha, de tristeza e de lamento. Não se trata de mais um escândalo; trata-se da perda de uma importante referência de transparência e de dedicação por amor a Cristo numa denominação até então impoluta como a ICM.
Os maranatas perderam sua arca – a glória de sua organização, a infalibilidade de sua ordem presbiterial. Aos que estão aplaudindo o sucumbir administrativo e infelizmente até o declínio espiritual (para alguns) de uma denominação antes irretocável, não comemorem muito; pois não foram só os maranatas que perderam, foi a igreja evangélica brasileira que perdeu e perdeu muito!
Na verdade a ICM é uma denominação evangélica muito organizada com uma grande maioria de crentes salvos por Jesus – isso é o mais importante; mas para a tristeza do rebanho é que alguns de seus líderes se deixaram envenenar pela raiz de todos os males – o dinheiro!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
NOSSA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL E A PARÁBOLA DE JOTÃO
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
REFLEXÃO SOBRE A VIDA DA IGREJA EVANGÉLICA
3) É preciso estabelecer um clamor contínuo por um avivamento espiritual que mude os rumos de nossa eclesia local com poder e transformação; que atravesse nossos muros denominacionais, que alcance os perdidos e que impactue a sociedade com o verdadeiro Evangelho.
Assim, percebemos que há um caos evangélico que só pode ser mudado com uma verdadeira posição pessoal frente à vontade de Deus e uma entrega pela causa do Senhor nesta terra. Não cabe alienação e nem muito menos espiritualizar tudo. É preciso posição consciente, e sobretudo fundamentada na Bíblia de forma que se o Senhor não vir hoje, estaremos fazendo a nossa parte como igreja e como discipulos de Cristo.
Que o Senhor continue nos abençoando.
Sílvio
terça-feira, 27 de abril de 2010
VIRTUDES NECESSÁRIAS PARA SUPORTAR OS OUTROS
segunda-feira, 26 de abril de 2010
LIBERDADE CRISTÃ SEGUNDO O NT
domingo, 25 de abril de 2010
Julgar ou não julgar? Eis a questão:
Introdução
Em 1 Co 4.5 Paulo instruiu os coríntios dizendo, “nada julgueis antes de tempo”. Contudo na passagem de 1 Co 5.1-13, Paulo é contundentemente crítico em relação à igreja por falhar em julgar um irmão imoral.
Paulo não está sendo incoerente. Um estudo das passagens sobre “julgar” nos ajuda a fazer distinções importantes. Em geral não devemos “julgar” no sentido de condenar os outros. Mas devemos “julgar” no sentido de avaliar.
Ainda mais importante é fazer distinções entre aquilo que os cristãos não devem tentar avaliar, e aquelas áreas nas quais a avaliação é importante.
O QUE NÃO DEVEMOS JULGAR
1. Não temos direito de condenar os outros, mas, antes, devemos perdoar (Mt 7.1,2; Lc 6.37-38).
2. Não devemos julgar a fidelidade do outro crente, em se tratando de seu chamado no Senhor (1 Co 4.3-5).
3. Não devemos nos relacionar com os não-cristãos como se fôssemos seus juízes. Sua moralidade ou imoralidade não é a questão. A única questão é que eles precisam conhecer a Cristo (1 Co 5.12).
4. Não devemos usar condenação ou crítica na tentativa de forçar os outros a se conformarem à nossa consciência (Cl 2.16).
5. Não devemos falar contra, ou “caluniar”, nossos irmãos. Quando o fazemos, exaltamos a nós mesmos como juízes em vez de cumpridores da Lei. Somente Deus, que deu a Lei, pode condenar (Tg 4.11,12).
Em cada uma destas passagens acima, “julgar” tem uma força quase legal. A pessoa que julga põe em dúvida os motivos ou escolhas dos outros, e então os condena. Contudo, cada elemento deste processo é excluído, antes de tudo pelo fato de que meros seres humanos não são competentes para avaliar os motivos dos outros ou as práticas “duvidosas”. Mesmo quando uma ação é claramente errada, nosso papel não é condenar, mas perdoar e procurar restaurar. Atitudes de julgamento e tentativas de punir ou simplesmente condenar, não são apropriadas a comunidade cristã.
O QUE DEVEMOS JULGAR
1. Os seres humanos devem julgar a violação da lei criminal e civil. Deus estabeleceu o governo humano para coibir os que praticam o mal (Rm 13.1-7).
2. Devemos fazer “julgamentos sobre todas as coisas”. Aqui “julgar”, significa exercer discernimento, examinar. Por termos a Palavra e o Espírito Santo podemos enxergar as questões da vida sob a perspectiva de Deus (1 Co 5.12,13).
4. Os crentes devem servir em grupos de julgamentos estabelecidos para resolver disputas entre cristãos (1 Co 6.2-5).
5. “Julgai vós mesmos” em questões claramente estabelecidas pelas Escrituras, e também com a finalidade de desenvolver convicções baseadas em princípios estabelecidos na Palavra de Deus (1 Co 10.15; 11.13).
A consciência do ensino do NT sobre o julgamento fornece uma base significativa ao abordarmos a questão da disciplina na igreja, e da necessidade que esta disciplina impõe sobre nós quanto a julgar as ações de um irmão ou irmã no Senhor.
Você também pode acompanhar este e outros estudos acessando nosso portal - http://www.guaraparigospel.com
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
É TEMPO DE OLHARMOS PARA JESUS!
A cada dia ganha mais sentido para o cristão sincero aquela sacra afirmação bíblica: Olhando para Jesus, autor e consumador da fé... (Hb 12.2). De fato em nossa atualidade temos visto e ouvido coisas que chegam a abater o ânimo de muitos irmãos.
Mal testemunho de lideranças, hipocrisia entre crentes, mentiras, trapaças, armações e toda sorte de ações contrárias ao que ensina a Palavra de Deus. Encontrar uma referência de vida cristã autêntica em meio a esse caos do mundo evangélico fica cada vez mais difícil. Deter-se em encontrar as razões que nos trouxeram a esse caldeirão de absurdos e incoerências religiosas talvez não resolva; mas nos fará refletir.
Mudar nossa própria conduta e subordiná-la as diretrizes da Bíblia Sagrada, por certo é a melhor coisa a se fazer nestes tempos de mau testemunho.
Cientes da necessidade da mudança que deve começar em nós; vamos refletir sobre dois aspectos relacionados a esse momento tão difícil em que a igreja evangélica brasileira atravessa.
1º aspecto do problema: Lideranças evangélicas que não são exemplos de vida cristã pra ninguém. Se de lá do meio dos leigos há esperança em se ter uma liderança forte e espiritual – essa expectativa será frustrada em muitos ministérios. Homens que só pensam em se promoverem; comprometidos em agradar as pessoas que os ouvem; mais políticos que profetas; mais negociantes que defensores dos valores do Reino dos Céus; mais empenhados em mensagens antropocêntricas do que em apresentar as verdades incontestáveis da Palavra de Deus.
Corre pelos Arraiais evangélicos um antigo pensamento cristão: “A igreja é o reflexo de sua liderança”. Que há lógica no adágio cristão não há dúvidas. Mas o que fazer pra resolver esse problema? Uma das respostas mais simples e francas é orar e buscar de Deus um avivamento espiritual que traga consigo enchimento de poder e transformação de vidas (digo isso, pois vemos por aí um suposto “poder” e pouco testemunho cristão que convence a sociedade). É aqui que a iniciativa pessoal começa a lançar trilhos para prosseguir nos autênticos caminhos de uma vida transformada pelo poder de Deus.
2º aspecto do problema: Uma membresia que não vive o Evangelho que professa. O problema não é só o de ausência de uma liderança exemplar. Há um desvio amplo de muitos daqueles que estão subordinados também. Pessoas que mesmo tendo aprendido os caminhos da santidade; que mesmo gozando do convívio com alguns homens de Deus; não permitem ao Senhor desenvolver em suas vidas o fruto do Espírito. São carnais, negligentes, amantes de si mesmos e, sobretudo, indiferentes a voz de Deus.
Sintetizando os dois aspectos de mau exemplo: Falta exemplo e prática. Exemplo por parte daqueles que conforme as Escrituras deveriam ser “exemplo dos fieis” (1 Tm 4.12); prática por parte daqueles que devem “obedecer a seus pastores” (Hb 13.17); sendo cumpridores da Palavra ministrada e não meramente relapsos ouvintes (Tg 1.22, 23, 25).
CONCLUSÃO
Eu e você não podemos simplesmente olhar para os outros e achar que somos melhores, de forma alguma. Mas, podemos dar um testemunho de compromisso com Jesus. Cristo é que deve ser nosso exemplo diário e se assim fizermos acabaremos por glorificar o nome do Senhor.
Que Jesus nos ajude.