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Reflexões acerca do mundo cristão.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A ESCATOLOGIA DA CRISE ECONÔMICA MUNDIAL.

Amados irmãos, A PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO!

Antes de apresentar meu comentário, gostaria de compartilhar com os meus irmãos dois textos bíblicos, que julgo serem imprescindíveis para momentos de crise como este que vivenciamos. Se você foi vítima desse momento de instabilidade, ou não; leia e receba a Palavra do Nosso Deus (Habacuque 3.17-18; Mateus 6.25-26).

Atravessamos dias de grandes incertezas na área financeira mundial. Os meios de comunicação noticiam constantemente o desequilíbrio econômico mundial e os esforços governamentais para lidar e minimizar os efeitos desta dificuldade global. Grandes potências econômicas como os EUA, Japão, países da União Européia (UE) e até o nosso Brasil tiveram que criar ou pelo menos idealizar algum pacote de emergência frente à crise que se instalou. Redução de juros, participação do governo em empresas privadas, aplicação de verdadeiras fortunas no mercado financeiro, para de alguma forma reaquecer a economia na tentativa de gerar ou manter demandas de consumo e suster a máquina econômica em funcionamento razoável.

O que para muitos era apenas uma "crise de desconfiança" produto de uma crise internacional, até a pouco distante de nossa realidade nacional; acabou por se configurar numa crise econômica mundial, que gerou quebra de companhias gigantes, demissões em massa e um efeito social negativo. Já é comum ouvirmos que aqui em nosso país grandes corporações tiveram prejuízos milionários, outras tiveram que ser vendidas as pressas para não irem a falência e muitos que estavam empregados em 2008, depois da crise estão desempregados e sem boas notícias para irem em busca de novas recolocações no mercado de trabalho.

Assim, fica claro que um problema que começou com a crise no mercado hipotecário dos EUA em decorrência da crise imobiliária pela qual passa o país, e deu origem, por sua vez, a uma crise mais ampla, no mercado de crédito de modo geral e que afetou não só grandes financeiras, bancos, corporações privadas, mas agora (isso já era de se esperar) chega até a população - e sabemos que quem mais sofre é a população de baixa renda.


A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL SIGNIFICA ALGUMA COISA PARA A IGREJA DE JESUS?

A resposta é sim. Se no cenário profético e escatológico os sinais que anunciam o retorno de Jesus para buscar sua igreja já se cumpriram em áreas políticas, naturais, religiosas e sociais (Mt 24.3-14); descobrimos que na área financeira nem tudo o que imaginávamos ter acontecido - não o tinha de fato.

Interpretamos especificamente na área financeira global, que com a saída da igreja (1 Ts 4.13-18), dentre outras coisas, o mundo se voltará pela maestria do Anti Cristo (Ap 13) a discutir e a criar novas políticas de governo e de economia mundiais. Uma plataforma política e financeira estabelecida a partir da UE (com algumas diferenças do sistema atual) daria ao mundo um exemplo de unificação política e econômicas bem sucedidas, e por isso as nações do mundo todo se renderiam a essa nova proposta de unificação global de um só governo e uma só moeda. A sofisticação tecnológica e as novas leis de gestão garantirão um controle jamais ou visto ou imposto sobre os seres humanos, obrigando-os a se submeterem ao novo governo mundial.

Nossa interpretação não está incorreta; mas nos esquecemos de que tudo isso não acontece da noite para o dia. É preciso um momento de crise mundial, para que as autoridades nacionais e internacionais sintam a vulnerabilidade do atual sistema, vítima de qualquer crise local e portanto, submisso à efeitos dominó. Por mais competente, brilhante, sagaz e político que sejam o Anti Cristo e seus asceclas, eles precisarão de tempo para ajustar e por em prática todas essas medidas.

Eu sou pré-tribulacionista (grupo de cristãos protestantes que baseados na Bíblia que acreditam na transladação da Igreja de Cristo na terra, antes da instauração da grande tribulação aquí neste mundo) e acredito que essa interpretação é a mais coerente quanto ao destino da Igreja antes da Grande tribulação (Ap 3.10; 1 Ts .19; 2 Ts 2.16); quem não concorda eu respeito - mas esta é a minha esperança (1 Pe 3.13). Baseado no texto de Daniel 9.24-27 (as setentas semanas proféticas), e interpretando os dias dessas semanas como anos; considerando 69 semanas como históricas (já cumpridas) e esperando o cumprimento da última semana profética (os sete anos da grande tribulação); concluo que é muito pouco tempo para o Anti Cristo arrumar sua engenharia de engano. Daí porque essa crise começa agora, mesmo a Igreja do Senhor estando na terra ainda.

Estamos vivendo um "MOMENTO DE REALIZAÇÃO ESCATOLÓGICA"; ou seja, essa crise estava no cronograma do Altíssimo para os nossos dias. Talvez sejamos a única geração que além de ver e viver os sinais que prenunciam a volta de Nosso Senhor; também o encontremos nas nuvens a nos buscar - OH GLÓRIA!

Deixando de lado minhas convicções bíblicas, chamo sua atenção para mais um sinal escatológico expresso através desta crise econômica mundial. Os dias são maus, a crise proclama o retorno de Jesus. Os movimentos políticos em torno de uma solução comum a este caso abrangente revelam que o fim se aproxima. Sabemos que todas as tentativas e promessas de melhorias que os homens buscarem com suas capacidades serão frustradas (1 Ts 5.3).

É momento de confessarmos e abandonarmos nossos pecados, sairmos de nossas crises de relacionamento instável com o nosso Deus (essa é a pior crise), confiar em sua provisão e esperarmos o retorno de seu Filho.
QUE DEUS O ABENÇOE MUITO MAIS EM CRISTO!
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